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Sex, 16 de Julho de 2010 16:29

 

Bolsa opera em alta, e dólar está quase estável

 

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera em alta nesta segunda-feira. Por volta das 10h55, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) subia 0,21%, aos 68.238,08 pontos (siga gráfico da Bovespa com atualização constante). Veja ainda cotação das ações e fechamentos anteriores da Bolsa.

A cotação do dólar comercial estava praticamente estável, com ligeira queda de 0,06%, a R$ 1,758 na venda  (veja gráfico com as últimas atualizações). A cotação do euro tinha queda de 0,56%, a R$ 2,328 na venda (gráfico). Confira também as cotações anteriores do dólar e de outras moedas em novo gráfico interativo.

Em Wall Street, o índice Dow Jones estava praticamente estável, com ligeira alta de 0,01%.

Na Ásia, a Bolsa de Tóquio encerrou em queda de 0,72%. O mercado em Seul teve alta de 0,36%, Xangai subiu 0,53% e Hong Kong avançou 0,57%.

Nesta semana, os eventos externos são destaques na agenda de indicadores que devem influenciar o mercado.

Atenções voltadas aos Estados Unidos, onde o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, apresenta sua decisão sobre a taxa de juros na terça-feira (10), e à China, que divulga as vendas no varejo, produção industrial, inflação e investimentos no mês de julho.

A Hypermarcas (HYPE3, fora do Ibovespa) informou que fechou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de R$ 53,3 milhões, uma queda de 60% em relação ao mesmo período de 2009, apesar de a empresa ter atingiu recorde histórico de vendas no trimestre, chegando a quase R$ 1 bilhão de faturamento bruto.

Nesta segunda-feira, o boletim Focus do Banco Central (BC) aponta que o mercado reduziu a previsão para crescimento do PIB, juros e inflação.

Os analistas cortaram pela terceira semana consecutiva o cenário para a Selic (a taxa básica de juros) no final deste ano para 11%, ante 11,50% na semana anterior.

A estimativa do mercado para o crescimento do PIB neste ano ante 2009 foi reduzida de 7,20% para 7,12%.

Já a “inflação oficial”, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi estimada em 5,19% para este ano, ante projeção anterior de 5,27%.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, avançou 0,42% na primeira prévia de agosto, puxado pela alta de preços no atacado.

Fonte da Noticia: Uol Economia

 

Inflação do aluguel acelera na primeira prévia de agosto, diz FGV

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), utilizado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel, teve variação de 0,42% na primeria prévia de agosto. No mesmo período do mês anterior, a taxa havia ficado em 0,14%. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (9) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No ano, índice acumula alta de 6,30% e, nos últimos 12 meses, de 6,62%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que representa a maior parte do índice, teve variação de 0,75%. Considerando o mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,19%. A taxa de variação do índice de bens finais foi de 0,01% para -0,50%. A taxa passou de -0,85% para -6,26%. Já o índice relativo aos bens intermediários foi de 0,18% para 0,16%.

Já o índice referente a matérias-primas brutas teve variação de 3,31%. No mês anterior, a taxa foi de 0,45%. As maiores influências para o resultado foram minério de ferro (de -0,63% para 16,92%), soja em grão (de 1,45% para 6,58%) e fumo em folha (de -4,78% para 0,06%). Na contramão, estão cana-de-açúcar (de 4,32% para -2,05%), café em grão (de 5,68% para 0,34%) e algodão em caroço (de 5,67% para -2,39%).

Na primeira semana de agosto, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou variação negativa, de 0,40%, contra  recuo de 0,31% no mês anterior. Das sete classes de despesa que fazem parte do índice, três tiveram decréscimos em suas taxas de variação.

O que ficou mais barato

A maior contribuição partiu do grupo alimentação, cuja taxa passou de -1,16% para -1,58%. Ficaram mais baratos frutas (de -0,09% para -3,68%) e hortaliças e legumes (de -6,83% para -9,60%). Também tiveram recuos as despesas com vestuário (de 0,06% para -1,31%) e saúde e cuidados Pessoais (de 0,39% para 0,27%).

O que ficou mais caro

Apresentaram aceleração os grupos de despesas com transportes (de -0,34% para 0,22%), despesas diversas (de 0,16% para 0,52%), educação, leitura e recreação (de -0,14% para -0,06%) e habitação (de 0,11% para 0,12%). Os destaques ficaram a cargo de álcool combustível (de -3,58% para 6,57%), cigarro (de 0,79% para 0,90%), salas de espetáculo (de -1,86% para 0,00%) e tarifa de eletricidade residencial (de -0,04% para 0,32%).

Custo da construção

Na primeira semana de julho, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ficou em 0,27%. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 0,89%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,36%. Em julho, a taxa havia sido de 0,61%. O índice que representa o custo da mão de obra variou 0,19%, contra 1,17% no mês anterior.

Fonte da Noticia: G1 Economia & Negócios

 

Mercado financeiro reduz projeção para taxa de juros e PIB no ano

 

O mercado financeiro voltou a reduzir a previsão para a Selic (a taxa básica de juros da economia) para o fim de 2010, de 11,50% para 11,00% ao ano, segundo a pesquisa semanal Focus, divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC). Já a projeção para a taxa no fim de 2011 recuou de 11,75% para 11,63% ao ano.

A estimativa para o desempenho da economia brasileira em 2010 também sofreu alterações. A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano caiu de 7,20% para 7,12%. Para 2011, a previsão para o PIB foi mantida em um crescimento de 4,50%. No mesmo levantamento, a estimativa para a produção industrial em 2010 recuou de 11,98% para 11,70%. Para 2011, a projeção para o avanço da indústria caiu de 5,05% para 5,00%.

Inflação

De acordo com a pesquisa Focus, o mercado financeiro também reduziu a previsão para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2010. A expectativa para a alta de preços acumulada ao fim do ano caiu de 5,27% para 5,19%, ainda em um patamar acima do centro da meta de inflação para o ano, que é de 4,50%. Na mesma pesquisa, a estimativa para o IPCA em 2011 continuou em 4,80%. Para a inflação de curto prazo, o mercado reduziu de 0,31% para 0,30% a previsão para o IPCA de agosto. Já para a inflação de setembro, o mercado continua prevendo índice de 0,36%.

Câmbio e contas externas

Os analistas mantiveram a previsão para o patamar do dólar no fim do ano. O nível da moeda norte-americana no fim de 2010 seguiu em R$ 1,80. Para o fim de 2011, a expectativa para a moeda americana permaneceu em R$ 1,85. A previsão do câmbio médio no decorrer de 2010 seguiu em R$ 1,80.

O mercado financeiro alterou ainda as previsões para o déficit nas contas externas em 2010. A previsão para o déficit em conta corrente neste ano subiu de US$ 48,00 bilhões para US$ 49,00 bilhões. Para 2011, a previsão de déficit em conta corrente do balanço de pagamentos avançou de US$ 57,87 bilhões para US$ 58,00 bilhões.

Já a previsão de superávit comercial em 2010 caiu de US$ 15,10 bilhões para US$ 15,00 bilhões. Para 2011, a estimativa para o saldo da balança comercial subiu de US$ 8,50 bilhões para US$ 9,11 bilhões. Analistas mantiveram a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2010 em US$ 32,00 bilhões. Para 2011, a estimativa para o IED seguiu em US$ 39,25 bilhões.

Fonte da Noticia: IG Economia

 

Ibovespa reverte tendência da véspera e cai

 

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), o índice com vencimento em agosto tinha desvalorização de 0,39% e estava em 63.800 pontos.

O cenário corporativo domina as atenções dos investidores no pregão de encerramento desta semana, com a divulgação de balanços de peso na jornada.

De olho nos resultados trimestrais de empresas como Google, Bank of America (BofA), General Electric (GE) e Citigroup, o mercado adota um tom de caulela antes da abertura dos negócios.

Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras PN diminuía 0,47%, para R$ 26,98; Vale PNA cedia 0,71%, a R$ 37,66; Itaú Unibanco PN subia 0,08%, a R$ 37,03; BM & F Bovespa ON perdia 0,25%, a R$ 11,96; e Gerdau PN verificava baixa de 0,75%, cotado a R$ 23,61.

Na véspera, o Ibovespa fechou os negócios com leve alta de 0,02%, aos 63.489 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,077 bilhões.

Fonte da Noticia: G1 Economia e Negócios

 

O que olha na hora de compra uma ação

 

O que olhar: o valor da empresa ou o preço na bolsa? *****> Nos últimos dois meses, o mercado assistiu a uma enxurrada de ordens de venda de ações. As cotações derreteram sem que os compradores pudessem absorvê-las. A baixa registrada fez com que muitos analistas indagassem se o Brasil, que acabara de receber o tão esperado grau de investimento, ainda era a bola da vez para os investidores globais. O país vive um momento de prosperidade econômica ímpar. O PIB cresceu 5,4% em 2007 e tem perspectivas de avançar neste ano e em 2009, 4,8% e 3,73%, respectivamente. A inflação medida pelo IPCA, apesar dos sustos recentes, voltou a ser projetada abaixo de 6,5%, o que corresponde ao teto da meta aceitável para o fim de 2008. Já o índice Preço/Lucro (P/L) é o que mede em quantos anos um capital retorna na forma de dividendos ao investidor. Quanto menor, melhor. O P/L médio das ações brasileiras já esteve em 17 e agora está em torno de 13. Ou seja, os papéis nacionais estão sendo negociados, hoje, a preços bastante atrativos.

Fonte da Noticia: tecnovenda

 

Lula critica atraso na concessão de licença ambiental em SP

 

SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou nesta sexta-feira, 16, o governo de São Paulo de atrasar a concessão de licenciamentos ambientais em obras do governo federal no Estado. Durante a entrega da primeira etapa do projeto de urbanização da antiga Favela Naval, em Diadema, Lula disse que o governo estadual impede a União de fazer obras e projetos na região e não atua como parceiro, apesar de ter terrenos disponíveis.

Ao se referir ao prefeito de Diadema, Mario Reali (PT), que discursou antes do presidente, Lula disse que o prefeito havia se esquecido de criticar "a pessoa do Estado que tem de dar licença ambiental para fazer as coisas aqui". "Não é apenas em Diadema que as licenças não saem, mas também em outros lugares do Estado. Me parece que tem uma pessoa, que eu não sei quem é, que cria dificuldades para dar licença ambiental para a gente fazer as coisas", afirmou o presidente. "Nossa passagem pela Terra é muito curta. Não dá para ficar a vida inteira esperando a boa vontade de um burocrata com a bunda na cadeira, no ar condicionado, sentado sem se preocupar em como o povo vai viver."

Lula disse que é importante que os prefeitos assumam essa briga com o Estado. "A nível federal nós temos brigado muito para que a gente consiga liberar as coisas com a rapidez necessária."

O presidente justificou o seu linguajar pela proximidade do fim de seu mandato como presidente da República. "Sei que a gente é governo e tem de ter diplomacia e linguajar adequado, mas eu estou quase deixando de ser presidente e vou voltar a falar do jeito que sempre falei nesse País", afirmou, muito aplaudido pela plateia de moradores da região, que ouviam o presidente ao ar livre, apesar do frio e da chuva.

O prefeito de Diadema também cobrou uma atuação mais ativa do governo do Estado em obras de urbanização da cidade. "O Estado tem área disponível e tem de entrar como parceiro no Programa de Aceleração do Crescimento(PAC) 2", disse. O projeto de urbanização da região custou R$ 25,5 milhões, dos quais R$ 20,5 milhões vieram do governo federal e R$ 5 milhões do município. Cada uma das 252 unidades habitacionais, de 42m?, custou R$ 34 mil, dos quais R$ 19,6 mil foram repassados pelo governo federal e o restante, pela Prefeitura de Diadema.

Fonte da Noticia: Economia & Negocios Estadão

 

 

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